Paul Newman e Katharine Ross no adorável Butch Cassidy & Sundance Kid, de 1969. Não lembro de muitas coisas tão charmosas quanto um homem dando carona à sua namorada no cano da bicicleta. Na cidade onde passei parte da minha infância/adolescência, era sinal de proteção, virilidade, galanteio. Hoje é mais fácil encontrar quem veja mais virilidade na potência do motor do carro (normalmente os tunados ou os SUV) que na graça de seu próprio corpo conduzindo a bicicleta. Acabou o tempo do charme.
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Oi Liv! também sou fã de bicicletas – adoro fotografá-las, e minha breve temporada italiana foi plena de bikes fotografáveis, daquelas de guidão antigo, campainha trim-trim, cestinha para levar flores e o cachorrinho… tenho uma foto feita na cidadezinha de Greve, em pelo coração da região de Chianti, na Toscana. Acho que vc vai gostar dela. Por aqui, em terras paulistanas, cai a noite depois de um lindo dia de sol, e tudo o que quero é a paz do meu lar por uns tempos, sem trabalho nem decisões nem compromissos… mas amanhã é segunda-feira e nada disso é possível e sempre me pergunto por que é que passamos a vida a decidir coisas… um beijo carinhoso, M.
SUV é muito brega, não é mesmo?
Totalmente, Peters!
Bem, eu ainda dou carona de bicicleta à minha namorada, mas não é aquela calma charmosa, é aquela loucura do trânsito em meio a gritos desesperados (os dela), e eu falando: Não joga o peso, pelo amor…
rãeoriaeoriaoreiaorieaorie
Mesmo assim ela fica bem feliz quando o passeio acaba, e ainda não desistiu de pegar carona comigo.
Realmente é uma sensação muito gostosa levar sua namorada na força das próprias pernas, agarradinhos, é uma sensação muito diferente, creio que em nada tem a ver com as caronas mais atuais…
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