Contraste entre o plano e a prática

Enquanto isso, no mundo factual, a coluna Informe Especial da Zero Hora, traz hoje três notas a respeito do assunto, informando que o prefeito de Porto Alegre, José Fogaça, recebeu na última sexta-feira o Plano Diretor Cicloviário da capital gaúcha. O documento identifica 495 km de ruas e avenidas promissoras a abrigar ciclovias e ciclofaixas. O diagnóstico é animador, mas, por enquanto, existe previsão apenas para a execução de 18km de percurso, nada que chegue aos 300km das ciclorutas de Bogotá, Colômbia.

Em compensação, Porto Alegre trata mal o pouco que tem. Nossa “tintovia” (faixa vermelha que demarca exclusividade para o trânsito de ciclistas em algumas das ruas da cidade, APENAS NOS DOMINGOS E FERIADOS) é constantemente desrespeitada por motoristas que usam o espaço como estacionamento. Não fosse apenas o fato de que eles ignoram as placas, a tintovia carece de retoque: na maior parte do percurso, a faixa está quase totalmente apagada.

A terceira nota é sobre o malucão Robert Maddox, que acoplou à sua bicicleta com uma turbina movida a querosene, que faz a bichinha chegar a 120 km/h e gastar 2 litros de querosene a cada arrancada. Coisa besta, sô. Quem quiser conferir a bici do vivente, uma Schwinn modelo cruiser, pode conferir lá no Pedaleiro.

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