The Bike Song

Musiquinha nova do Mark Ronson (o ótimo produtor da Amy Winehouse), chamando a galera para pedalar e contando com a ajuda de um exército de bicicletas queridinhas!

Isso tudo para lembrar que, nessa semana, temos DUAS Bicicletadas em Porto Alegre, uma na quarta-feira, 22/09, especial do Dia Mundial Sem Carro, saindo do Mercado Público às 18h30, e a tradicional da última sexta-feira do mês, 24/09, saindo às 18h45 do Largo da Epatur.

Confira a música e o vídeo!

Transporte com design

Inspirada no post do meu “eco-site” favorito, o Re-Nest, resolvi listar algumas bikes bonitas com uso essencialmente urbano, disponíveis em lojas de Porto Alegre e, na impossibilidade de achar por aqui, na internet também. A maioria é bem cara (com exceção da Fischer), mas estamos na era da customização, que diga a Violeta, uma MTB que virou city-bike num passe de mágica. O importante é pedalar. 😉

1. Trek Navigator (R$ 1.999, na Bike Tech)

2. Caloi Easy Rider (R$ 1.999 na Bike Tech)

Fischer Princess (R$ 339 na Bike Sul)

 

Dahon Briza D3 (R$ 2.499 no Submarino)

Planos da Houston

Com informações da assessoria de imprensa da Houston Bikes:

Com atuais 16% de participação no mercado de bicicletas, a piauiense Houston pretende, até o fim de 2010, crescer em torno de 40%, expandindo sua atuação e buscando liderança (também presente nas linhas fitness e ventiladores) também em outras regiões do Brasil. A empresa, capitaneada pelo diretor-presidente João Claudino Junior, quer fechar o ano com a marca de 1 milhão de bicicletas vendidas desde a sua inauguração há dez anos.

Vale lembrar que a Houston está investindo em merchandising para reforçar sua lembrança junto ao consumidor: sua linha speed de bicicletas está na novela das oito da Rede Globo, usada pelos mocinhos ciclistas da trama.

Publicidade para quê?

Ocorreu-me nestes dias: “por que eu não vejo comerciais de TV de fabricantes de bicicleta?”. A única coisa que eu vejo são materiais de ponto-de-venda nas bicicletarias, e nada mais. Se o livre-mercado prega o uso da publicidade, porque ela não acontece para os fabricantes de bicicletas? Por que não há o interesse? Por que  a fábrica de desejos do capitalismo vale mais para o carro que para a bicicleta?

Mas eu posso estar errada. Vai ver a inexistência de publicidade de massa exclusiva para as bicicletas (ou seja, tem bicicletas em comerciais que pregam a “sustentabilidade” de empresas que não oferecem nem bicicletários a seus clientes) é apenas regional. Mas eu não sei dizer.

Essa é a Violeta

Eu nunca tinha mostrado a Violeta, a senhorita minha bicicleta, solteira, brasileira, e tal.

Ela é a prova cabal de que qualquer mountain-bike pode se transformar em uma city-bike com aparência de original. Não é nem por fetiche, mas pela praticidade. Cestinha para fazer a feira dos sábados. Bagageiro para os cacarecos reaproveitáveis que eu encontro na rua (mas tou a fim de adquirir um alforje), farol a dínamo para a noite, que aí eu não gasto pilhas; e paralamas para não encher minhas costas de lama nos dias de chuva. Acho que uma bike bem equipada, vinda de fábrica, ajuda a incentivar seu uso na cidade. E tira um pouco a impressão de que bicicleta só serve para esporte.

Pequenos reparos…

Depois de um completo abandono de quase um ano (não o mesmo tempo para a Violeta, a senhora minha bicicleta, que andou encostada depois de umas crises – minhas – de labirintite), Bike Drops volta tímido, assim meio envergonhadinho pela ausência. Espero que meus 2 1/2 leitores fiquem contentes com a volta, tanto quanto eu. 🙂

Hoje levei a Violeta para um passeio como há alguns meses não ocorria. Só eu e ela, ela e eu. Não antes de passar na fiel bicicletaria para reparar um pneu furado (fui ao Maraschin, link ao lado, serviço honesto e rápido). Eles passaram a trabalhar também com a marca americana Raleigh (a Bike Sul também, se não me engano), que tem umas MTBs lindas e sólidas e algumas cruisers californianas também.

Chamaram a atenção duas bikes encostadas, uma speed antiga da Monark e também uma Monareta lindinha, verde, parecida com essa do modelo 3D (obrigada ao Gustavo Bernardi, de quem “emprestei” a imagem). Perguntei se estava à venda, mas não: é que um dos rapazes da loja curte bikes antigas e vai sempre trabalhar com ela.

Achei um charme. Não é só o mercado de bicicletas que está sendo novamente aquecido (ainda mais com medidas como a isenção do IPI, mais que bem vindas), mas o pessoal está tirando lindos modelos do baú: as que eu acho mais lindas são as Caloi 10, elegantíssimas. Eu cresci com a minha Berlineta, mas a Monareta, admitamos, sempre foi bem mais charmosa. 😉

Páscoa com Sr. Coconut

Sr. Coconut y su orchestra prestaram uma singela homenagem a “Tour de France”, a canção veloz e ciclística do Kraftwerk, com uma versão muito peculiar. Mas sem deixar a bicicleta de lado.

Bom feriado!