Cycle-chic FAIL

Cycle Chic em pauta

Muito tri a matéria da GNT sobre o Cycle Chic, com a porta-voz quase oficial da tendência no país, a Verônica Mambrini. Quem em Porto Alegre pedala chic? 😀 Confira o link: Cycle Chic no GNT Fashion

Faz verão na Dinamarca

Juro. Inveja tanto das bicicletas quanto do calor. Aqui anda tão frio que hoje fez 20º C e já fiquei feliz.

De: Copenhagen Cycle Chic

Primavera em Paris

Foto que surrupiei do blog da Ana Clara Garmendia, indicado pela Mariela.

foto: Ana Clara Garmendia

Vélib é cycle-chic até no design das bicicletas. 🙂

Copenhagen, city of ciclists

Mikael Colville-Andersen, do pioneiríssimo Copenhagen Cycle Chic, é o autor desse vídeo institucional feito para a capital dinamarquesa.

Magrela da moda

Via NY Times (em inglês, mas no Gata de Rodas tem o texto traduzido!), matéria que avalia a possibilidade de Nova Iorque de voltar a ser a Nova Amsterdã de seus primórdios (esse foi o primeiro nome da cidade), não pelo retrocesso histórico mas pelo crescimento do tráfego de bicicletas na cidade. Um dos modelos mais vendidos é o da tradicional e retrô bicicleta holandesa, que o pessoal anda importando aos montes. Segundo a matéria, o fato não decorre somente da qualidade das magrelas, já que estão em terra de Lance Armstrong e de marcas de excelência técnica, mas principalmente pelo fator “fashion”: pedalar com estilo – o holandês – está virando a prática favorita dos fashionistas de plantão.

Nas cidades brasileiras onde o trânsito de bicicletas está crescendo em maior ou menor grau – uma delas Porto Alegre – os ciclistas têm driblado a falta de oferta nesse mercado nas bicicletarias: uma bicicleta peladinha ganha bagageiro, paralama, farois e lanternas de led ou mesmo dínamo, à guisa de suprir o que poucos modelos nacionais oferecem. Mesmo a lindíssima Caloi City Tour não vem completinha de fábrica.

E para você? Qual modelo mais lhe apetece? Qual você usa? Qual gostaria de ter?

Obrigada ao Ricardo pela indicação! 🙂

Todas as tribos

Os ciclistas passam a ocupar seu espaço na rua, seu lugar de direito e de prazer, e nós também temos nossas tribos: seja um mountain-biker, com seus pneus largos e suspensões adequadas tanto à montanha quanto ao alfasto irregular; seja um colorido velocista e suas formas aerodinâmicas, seja o pessoal das cruisers e choppers e seja, enfim, o pessoal que pedala chique. 😉 A rua tem espaço para quem quiser transformar o transporte em algo mais respirável, mais prazeroso, e com uma rapidez que não tem a ver com pressa.

E eu vi esse filme muito legal, da fabricante de pneus Hutchinson, no “Pedalando e Olhando