Exemplos para o 5 de junho

Hoje é um dia comum, em que vivemos nossos hábitos e levamos a vida, trabalhando, sofrendo, amando e… pensando, por que não? Na verdade, eu comemorei o Dia Mundial do Meio Ambiente ontem, quando lavei as embalagens plásticas antes de colocá-la na lixeira dos recicláveis. Comemorei antes de ontem, também, quando vim para o trabalho de ônibus. E, provavelmente, o comemorarei amanhã, ao levar uma sacola de pano para comprar os víveres para o fim-de-semana.

A consciência sobre o quanto cada mínima ação nossa pode impactar o mundo não é, obviamente, reflexão para um único dia do ano, como a famigerada dieta, que a gente finge que vai começar na segunda-feira, e nunca começa (a minha, aliás, eu comecei numa sexta-feira, há 2 semanas, e não parei ainda! hehe). Quem pode dar o exemplo, que o dê, mudando coisas mínimas no dia a dia e, no fim, constatando que o tempo que a gente “perde” praticando essas ações necessárias são um tempo que a gente deixa de dar à pressa do mundo moderno, pensando também: “e quanto tempo será que eu gostaria de dedicar a mim”?

Quem pode dar o exemplo, que o dê: guarde o carro na garagem – aquele mesmo que, por mais flex e moderno que seja, ocupa espaço e emite gases tóxicos (há quem se mate se trancando na garagem e ligando o carro) – alguns dias da semana e use o transporte coletivo. Ou então, vá de bike, com cuidado e alegria. Seu corpo e a Terra agradecem.